Blog do Sorrentino - Projetos para o Brasil

Esta semana promete repor com centralidade o impeachment na cena política. Haveria um roteiro traçado, segundo o qual o presidente da Câmara não lhe daria provimento mas, mediante recurso, seria votado em plenário. Eduardo Cunha nega a cronologia.

Não será tão simples quanto querem fazer crer levar adiante o processo. Seus autores misturam um “conjunto da obra” para apresentar o impeachment, mas contornam o principal: o eventual crime de responsabilidade caracterizado na função presidencial.

Ademais, não se fala ainda do que poriam no lugar, seja em termos de agenda palatável na sociedade para enfrentar a crise fiscal e econômica, seja na pactuação do “futuro” governo. É um mantra deles que Dilma levou à crise com suas medidas anti-cíclicas, Mas omitem que, durante a campanha, o erro deles foi maior: diversos nomes da Casa das Garças argumentavam, então, que os EUA já estavam em recuperação da crise e o Brasil ficava…

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